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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Dr. Estranho

Isabelle Kruger Braconnot 99173
Falsificacionismo

A corrente do falsificacionismo, proposta por Karl Popper, tem como base que não existe conhecimento absoluto, pois todo conhecimento científico é regulável e corrigível. Em outras palavras, não há certeza de que uma teoria seja incontestável, mas as teorias que forem sendo questionadas e aprimoradas podem ser consideradas como um pouco mais confiáveis.

O personagem Dr. Estranho da Marvel passa por uma evolução que pode ser caracterizada como falsificacionista. Ele era um médico muito renomado e habilidoso com cirurgias. Mas depois de sofrer um acidente de carro, ele perde a estabilidade das mãos e não consegue mais realizar cirurgias. Mesmo passando por vários outros médicos ele não recuperou totalmente a mobilidade das mãos. Portanto, as teorias médicas eram que nunca mais ele teria a mesma capacidade.
Porém, ele procurou outras alternativas para refutar as teorias iniciais, e depois de uma grande busca ele descobriu coisas sobre o corpo do ser humano e do universo que mudaram as suas concepções iniciais e aprimoraram suas teorias.



A ciência é verdadeira?


Ao contrário de verificar teorias, Popper pensa que a ciência, na verdade, procura falsificar as teorias que propõe. O cientista é aquele que propõe hipóteses e as testa para saber se são falsas.
O cientista é, assim, visto como uma pessoa que faz uma conjectura, apresenta uma hipótese, e tenta refutá-la, ou seja, mostrar que essa hipótese é falsa. Por isso a teoria de Popper é conhecida como falsificacionismo.
Por exemplo: teoria de Darwin resistiu a uma tentativa de falsificação. Isso não prova que ela é verdadeira. Ao contrário, o que se sabe é que, até o momento, não foi falsificada. O fato de resistir a esse tipo de teste revela que é uma teoria que merece ser explorada mais a fundo, ser submetida a novos experimentos, mas em nenhum caso que é verdadeira.

João Vitor 99183

Karl Popper e o Falsificacionismo

Karl Popper propõe a corrente do Racionalismo Crítico que afirma a refutabilidade e corrigibilidade de todo conhecimento científico, ou seja, todas as teorias científicas podem sempre ser refutadas e contestadas, em que o conhecimento deve se lapidar até chegar a perfeição de verdade.

O falsificacionismo propõe que a observação é orientada pela teoria e a pressupõe, obrigando que para que uma teoria seja científica, ela tenha que ser capaz de ser refutada. 

É importante, também, ressaltar o infalsificável que trata de toda teoria ou hipótese incapaz de ser refutada pela empiria ou pela lógica, não podendo ser considerada científica. Fato que exemplifica o exposto é dizer que os signos podem, realmente, influenciar a vida do indivíduo ou afirmar que a mão invisível do mercado pode ser utilizada para diminuir as desigualdades sociais existentes. 

Assim, a ciência só progride por conjecturas e refutações. De acordo com o filósofo, quanto mais uma teoria é refutada, melhor ela fica, podendo, no futuro, descrever a realidade como ela realmente é de verdade. 

Vinícius M. Sampaio, 93318

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Harry potter a pedra falsificacionista


Karl Popper foi um pensador austro-britânico, nascido em 1902, na época em que a Revolução Industrial estava a todo vapor. Karl é considerado um dos mais prestigiados filósofos da ciência, conhecido por suas teorias sobre o método científico em favor do falsificacionismo. No campo da epistemologia, a corrente falsificacionista afirma que somente a mentira pode ser provada, nunca a verdade absoluta. Segundo Popper, o conceito de verdade absoluta é inexistente.

No campo científico, uma tese que não pode ser provada como verdade, deve ser refutada, pois em algum ponto terá um erro. Nessa mesma linha de pensamento, o filósofo defende que a verdade ou a falsidade não estão nas coisas, mas no juízo moral daqueles que a estão julgando.

Na saga de filmes Harry Potter, baseada nos 7 livros da britânica J. K. Rolling, o mundo da magia existe. No mesmo universo mágico, também existem seres não-mágicos, os chamados trouxas, e eles não têm contato nenhum com os seres mágicos. Logo, para um trouxa o universo mágico de Harry Potter não existe, apesar de ambos estarem vivendo simultaneamente na ficção. Portanto, o juízo moral dos trouxas os faz afirmar algo como verdade, entretanto, as vivências pessoais do grupo não são verdades absolutas.




Desta forma, Karl Popper criticou o modelo científico de Aristóteles e a indutividade da ciência. O pensamento “se isso é verdade, portanto isto também deve ser” foi refutado pelo filósofo, e assim, criou o falsificacionismo. A partir da nova filosofia científica, as questões não seriam mais abordadas pela observação, como no modelo aristotélico, mas como questões-problemas a serem resolvidos.


Laís C. F. Fidélis - 99180
por Júlia Ennes - 99193

O falsificacionismo é a teoria criada pelo filósofo Karl Popper a fim de explicar a arte de falsificar, que diz respeito ao valor do conhecimento científico, que não vem da experiência, mas sim da possibilidade da teoria ser falseada. 

Para o falsificacionismo existem três critérios que precedem uma boa teoria: o primeiro diz que a teoria tem que ser clara e precisa; o segundo, que tais teorias devem permitir a falsificabilidade e o último é que deve ela permitir o progresso científico e um aprofundamento da realidade. Sendo assim, quanto mais uma teoria pode ser falseada, melhor para o desenvolvimento científico, pois ao ser falsear ou contrariar uma teoria, esta pode ser melhorada ou descartada. É por isso que teorias como a da terra plana caíram - ou deveriam - ter caído por terra, pois essa teoria foi falseada o suficiente a ponto de que não consegue se sustentar mais.

O falsificacionismo e a Lei de Newton

O falsificacionismo é uma teoria criada no Paraguai por Karl Popper a fim de explicar a arte de falsificar. Segundo essa teoria o valor do conhecimento científico não vem da experiência, mas sim da possibilidade da teoria ser falseada.
Sendo assim, para o falsificacionismo existem três critérios que precedem uma boa teoria, o primeiro diz que a teoria tem que ser clara e precisa, a segunda diz que tais teorias devem permitir a falsificabilidade e a última é que devem ser ousada, para permitir o progresso científico e um aprofundamento da realidade. 
No entanto, é possível afirmar que quanto mais uma teoria pode ser falseada, melhor será, pois ao ser falseada ou contrariada a teoria pode ser melhorada ou jogada fora. Um curioso e grande exemplo disso se obteve com a “ Lei da Gravitação Universal “ criada por Isaac Newton, cientistas concluíram  através da lei na qual fala da atração dos corpos que o planeta Urano não descrevia a órbita prevista na teoria de Newton.
Visto isso, os cientistas Leverrier e Adams acreditando que a teoria de Newton não estava errada, suspeitaram que os erros de cálculo eram causados por influência de outro planeta, até então desconhecido, se baseando na lei de Newton e realizando novos cálculos, apontaram os telescópios para a localização do suposto planeta e lá estava o planeto Netuno, fruto da arte do falsificacionismo e de como tal refutação pode melhorar uma teoria.

Falsear para provar

Durante o século XX vários filósofos criticaram fortemente essa noção de ciência, entre eles Karl Popper. Uma das questões atacadas foi que a ciência começa pela observação. Segundo Popper a teoria, mesmo que rudimentar e expectativa, sempre precede a observação. O filósofo então propõe como alternativa ao indutivismo o falsificacionismo. Para ele teorias não podem ser provadas, através de métodos indutivos, como verdadeiras ou provavelmente verdadeiras, mas são sempre conjecturais e hipotéticas; Mas para uma teoria ser considera científica, ela deve ser falseavel, isto é, passível de ser provada falsa. Não se pode provar a veracidade de uma proposição geral partindo de observações particulares, mas pode-se falsear uma proposição geral assumindo como verdadeira uma proposição de observação particular. No exemplo usualmente usado, pode-se falsear a afirmação geral de que todos os cines são brancos, achando um cisne de qualquer outra cor. Não adianta procurar por cisnes brancos pra confirmar a hipótese.

Evidentemente, a sustentação de uma teoria é sempre provisória, posto que suas conclusões estarão sempre sendo testadas empiricamente. Enquanto a teoria se sustentar, nenhum progresso terá havido. Ao contrário, quando uma prova falsear a teoria vigente, então a ciência evoluirá. Nesse sentido é que se deve, pois, sempre buscar falsear a teoria e não confirmá-la, também porque a tentativa de confirmação seria infinita, no tempo e no espaço. Dessa forma, Popper afirma que uma teoria será mais válida quanto mais for falseável, ou seja, quanto mais possibilidades de ser falseada existirem e, mesmo assim, ela continuar respondendo aos problemas científicos.

Mas Popper, ao derrubar o método indutivo, criou também um outro problema, qual seja, a necessidade de um novo critério de demarcação entre o que é Ciência e o que não é, pois até então o método indutivo era próprio da Ciência e a distinguia da metafísica, esta última, sabidamente especulativa. Para Popper, entretanto, esse problema já existia, pois Kant já havia comprometido o critério da demarcação vigente. Assim, vale notar, um enunciado que não traga limitações temporais, espaciais e subjetivas terá uma probabilidade de acerto altíssima, a maior até, mas terá, em contrapartida, um teor informativo baixíssimo, quase zero. Em outras palavras, não se delimita, tão somente pela indução, o que é e o que não é ciência, porquanto qualquer pessoa,  a mais leiga, pode elaborar um enunciado desse tipo. Logo, o que demarca a Ciência da não-ciência é a falseabilidade.

Iasmim Lamounier
ES99209


Por outro lado, seguindo as definições e o conceito da falseabilidade de Popper, a astrologia de horóscopo moderna não pode ser considerada científica.... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/filosofia-da-ciencia-karl-popper-falseabilidade-e-limites-da-ciencia.htm?cmpid=copiaecola
Por outro lado, seguindo as definições e o conceito da falseabilidade de Popper, a astrologia de horóscopo moderna não pode ser considerada científica.... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/filosofia-da-ciencia-karl-popper-falseabilidade-e-limites-da-ciencia.htm?cmpid=copiaecola
Por outro lado, seguindo as definições e o conceito da falseabilidade de Popper, a astrologia de horóscopo moderna não pode ser considerada científica.... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/filosofia-da-ciencia-karl-popper-falseabilidade-e-limites-da-ciencia.htm?cmpid=copiaecola

Falsificacionismo filosófico

É comum pensarmos que a ciência é um tipo de conhecimento que foi verificado. Pensamos no cientista como uma figura que busca, através de uma série de experimentos, provar que sua teoria é verdadeira. Uma boa teoria, nesse sentido, é aquela sob a qual não resta qualquer dúvida de que seja verdadeira. Assim, o que distingue a medicina científica da pseudomedicina, por exemplo, é que a primeira foi capaz de mostrar que seus procedimentos terapêuticos curam de fato; a segunda, não.
Ao contrário de verificar teorias,  a ciência, na verdade, procura falsificar as teorias que propõe. O cientista é aquele que propõe hipóteses  e as testa para saber se são falsas.
Um exemplo disso pode ser visto com a teoria da evolução de Darwin. Essa afirma que as espécies evoluem ao longo do tempo como resultado de mudanças genéticas e competição pela sobrevivência e reprodução. Umas das previsões feitas a partir dessa teoria é de que em rochas pré-cambrianas seria possível encontrar vestígios de organismos mais simples do que em rochas cambrianas. Afinal, se os seres vivos evoluem ao longo do tempo, com o passar desse vão se tornando cada vez mais complexos.
Isso é exatamente o que os biólogos descobriram em 1947 nas rochas pré-cambrianas na Austrália. Portanto, a teoria de Darwin resistiu a uma tentativa de falsificação. Isso não prova que ela é verdadeira. Ao contrário, o que se sabe é que, até o momento, não foi falsificada. O fato de resistir a esse tipo de teste revela que é uma teoria que merece ser explorada mais a fundo, ser submetida a novos experimentos, mas em nenhum caso que é verdadeira.
O cientista é, assim, visto como uma pessoa que faz uma conjectura, apresenta uma hipótese, e tenta refutá-la, ou seja, mostrar que essa hipótese é falsa. Por isso a teoria de Popper é conhecida como falsificacionismo. Na atividade científica, a verificação deixa de existir e dá lugar à falsificação.
ICARO RAFAEL MATTA PEREIRA
99192

Prove!


Karl Popper, é um dos filósofos defensor desta teoria, atribuindo que o valor do conhecimento científico não vem da experiência, mas na possibilidade da teoria ser contrariada.
Para os falsificasionistas a teoria precede a experiência, por isso toda explicação é hipotética, mas é a melhor que temos para explicação. Também segundo os filósofos que seguem esta corrente filosófica da ciência, a teoria deve ser falseada muitas vezes; quanto mais uma teoria pode ser falseada, melhor será. Ao ser contrariada a teoria pode ser melhorada ou jogada fora. Isso pode ser exemplificado com afirmações sobre a cor do céu, sol, gravidade, como é algum objeto ou inúmeras possibilidades.

As teorias que não podem ser falseadas não são boas teorias, pois não contribuem em nada no processo científico. Por exemplo: o quadrado tem quatro lados iguais (esta teoria nada acrescenta de novo a ciência), seu eu contrariar dizendo que o quadrado não tem quatro lados iguais, não estaríamos falando de um quadrado, é impossível imaginar tal absurdo. Para os falsificacionistas a ciência progride pela tentativa de superar a teoria.



Falsificacionismo: Teoria do Objetivismo



Falsificacionismo: Teoria do Objetivismo

Por: Adrielle Mariana - 99210

A ciência da comunicação é um conhecimento derivado dos dados de outras experiências, a ideia da ciências humanas como ferramenta de descoberta deu a ideia de progresso, e com a expansão de conhecimento, Popper explica através de seus estudos, que via uma ameaça com esses avanços do conhecimento científico.
É de noção geral o jornalismo é uma ciências humanas aplicada, através disso a comunicação tem o poder de traduzir o mundo, o jornalista se torna um contador de histórias e por mediação deles, o público conhece a verdade desbravando o mundo, passando a ter noção das coisas, fugindo do senso comum, assim os estudos de Popper afirma que todo conhecimento científico é refutável, atualmente o presidente da república aboliu o diploma do jornalismo,  desvalorizando tanto a ciência quanto a profissão.
Analisando o discurso de Bolsonaro espelhado na teoria do falsificacionismo, o presidente assim como Popper enxerga um problema no aumento de saber, desvalorizando o diploma a ponto de qualquer um poder exercer a profissão sem estudos científicos, além de privar e censurar a informação da população, já que ambos enxergam o conhecimento como uma ameaça.


inocente até que se prove o contrário

Na Constituição Federal de 1988, no seu art. 5º, inciso LVII: "Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória" é um exemplo onde a provação deve existir antes da conclusão de algo, mas será que toda sentença é correta?

Vitória Fernandes Silva
99179

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Isso não é chapéu


Isso é um elefante depois de ser engolido por uma jiboia. Ou alguma outra coisa. Tudo é verdade até que se prove o contrário.


Alanna Fontes
99184

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Falseabilidade

Análise da realidade.Hipóteses e teorias. Constatações e testes. Análise dos resultados. Retroalimentação ou teorização. 
Esse ciclo pode ser entendido como a forma de chegar à verdade absoluta, defendida por Karl Popper, teórico da vertente conhecida como "Falsificacionismo". Ancorada no Racionalismo crítico, afirma que todo conhecimento científico é refutável e corrigível. Entretanto, isso não é uma racionalização da ciência, mas um conhecimento que necessita ser lapidado até que se chegue na verdadeira verdade. 
Essa verdade só pode ser alcançada através do modelo proposto por Popper: análise de um problema, criação de hipóteses sobre o mesmo, testes destas por observação e experimentação, conformação ou negação das hipóteses e retroalimentação das hipóteses ou transformação da hipótese em lei.

Davi Pinho, 88986

Instinto materno???

 "Toda mulher nasce para ser mãe". Será?
Desde que o mundo é mundo, uma coisa parece ser indiscutível: a mulher nasce com o instinto materno. Hoje, encontramos diversos instagrans de mulheres que dizem que você pode viajar o mundo, estudar, trabalhar, ter dinheiro e mesmo assim nada vai fazer sentido se você não fizer uso do seu instinto e ter um filho! Mas, é verdade que as mulheres que dizem que não querem estão mentindo?
 Se todas querem e nasceram pra isso, porque algumas têm certeza que não? E porque algumas são mas dizem não acreditar que nasceram pra isso? O conceito então é falso.
Porque a dificuldade de entender isso? "Nem toda mulher é mãe" "Nem toda mulher quer ser mãe" "Nem toda mulher vai ser mãe" e tá tudo bem.

Laura Beatriz 99194

Nem todos os anjos são bons...

O arquétipo do anjo no consciente social é um ser divino, de asas douradas, branco, que brilha, um ser bom, de cabelo loiro. Alguém que lhe ajuda quando precisa e te tira de todas as situações perigosas. Segundo o cristianismo, identificados por vários nomes. Segundo apelido popular, apóstrofo pra quem é legal com você ou quando esqueces o nome de alguém...
Entretanto, a generalização exclui os diferentes.
O que impede de existir anjos com asas de cores diferentes, que não brilham, anjos negros, de cabelo crespo? Porém, vamos combinar que...anjos não existem. Mas se existirem, porque todos os anjos tem que ser iguais??
Existe uma pequena frase em um jogo online, de uma personagem que é um anjo caído: "Nem todos os anjos são bons".
E não é mentira.
Nem todos os humanos são bons, nem todos os homens são dignos, Nem todos anjos, existem.
As generalizações são excludentes, nem todos os corvos são pretos, nem todos os anjos são bons.

Luiz Gustavo Barbosa
99203

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Tá provado?

Resultado de imagem para falsificacionismo

O que Popper quer dizer é que não é porque algo está ali, na sua cara, que isso anule a possibilidade de outras coisas existirem, de mudanças ocorrerem. O falsificacionismo é uma parte da ciência que quer colocar em cheque as hipóteses e pressupostos de determinados fatos. Assim, sempre que algum fato estiver sujeito a ser provado, as probabilidades de dar errado devem ser consideradas em questão. 

How to Get Away With Muder e falsificacionismo

O falsificacionismo em na série How to Get Away With Murder.
A série se desenvolve ao redor da vida pessoal e profissional de Annalise Keating, uma advogada de defesa criminal proeminente. Também professora de direito na Universidade de Middleton, na Filadélfia, Annalise seleciona cinco de seus melhores alunos para trabalharem com ela em seu escritório: Wes Gibbins, Connor Walsh, Michaela Pratt, Laurel Castillo e Asher Millstone. Em sua vida pessoal, Annalise vive com seu marido Sam Keating, um renomado psicólogo, mas também vive um relacionamento às escondidas com Nate Lahey, um detetive de polícia. Quando sua vida pessoal e profissional começa a entrar em colapso, Annalise e seus alunos se vêem envolvidos, involuntariamente, em uma trama de mistério e assassinato. Annalise Keating é conhecida por, quase nunca, perder os casos que se propõe a defender o acusado. A advogada faz de tudo para refutar a corte, na maioria das vezes. A afirmação de que certo réu é culpado, quase sempre, é falseada pelos argumentos e provas utilizadas por Annalise Keating, independente de como surgiram essas provas.

Robert Rodrigues 99206



domingo, 1 de dezembro de 2019

Até que se prove o contrário

Tudo pode ser verdade até que se prove o contrário. Verdades universais podem ser consideradas falsas a partir do momento em que se é possível observar a existência de uma singularidade diferente do mesmo objeto, por exemplo, o céu não ser azul.

Noemi 99204

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Séries de investigações criminais e o falsificacionismo

Por: Guilherme de Carvalho Alves
99182

A afirmação de Karl Popper, que diz que uma teoria se torna lei quando não se consegue mais negá-la está de fato, presente em boa parte do nosso dia a dia, seja nas nossas teorias das conspirações malucas, ou nas nossas crises na qual criamos 1001 teorias diferentes sobre o mesmo assunto. 

Além disso, partindo para o lado televisivo da coisa, é possível notar certa participação deste falsificacionismo dentro das séries de investigações criminais da TV. Seja Criminal Minds, CSI, ou NCIS, todas as investigações de um determinado crime partem de uma teoria para a resolução do problema e, em boa parte das vezes, não são as suposições verdadeiras sobre o fato que determinam o culpado ou não, são as suposições e premissas que invalidam o acontecimento. 

Afinal, a colocação de Popper faz total sentido, não são os fatos favoráveis que tornam uma teoria verídica, ela se torna quando não há mais possibilidades de refutá-la. Durante as investigações, assim como nos julgamentos, algo se torna concreto quando não há mais a chance de serem apresentados argumentos contrários a ela. As pistas de um homicídio que levam a determinado suspeito são levadas em consideração até que apareça algo que nega elas, ou então, o culpado é achado quando não é possível mais que as pistas sejam contestadas. 

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Todos os textos desse blog têm palavras

A frase do título é verdadeira, mas pode ser provada como falsa a partir do momento em que se observe algum texto aqui sem nenhuma palavra. O falsificacionismo é a corrente filósofica que utiliza a falseabilidade das observações e experimentos, em que as prorrogativas tidas como universais podem ser consideradas falsas a partir do momento em que se observa uma existência singular diferente da existência universal do mesmo objeto (como achar um texto sem palavras aqui no blog). A teoria têm sido fundamental para investigar se supostas teorias possuem ou não validade científica. A falseabilidade serve para separar informações falsas, como a pseudociência, dos campos reais da ciência.

Pedro Henrique 99185