Isabelle Kruger Braconnot 99173
Opinião pública
Você pensa o que o pensa porque você que pensa ou porque alguém te faz pensar? A opinião pública, segundo algum teóricos, é o conjunto das opiniões individuais. Porém outros teóricos acreditam que a opinião pública pode ser facilmente influenciada por grandes instituições, como a mída, o mercado e o Estado. Isso se deve ao fato de que a grande massa é muito manipulável e e pode ser influenciada principalmente pela mídia. Um exemplo de como as pessoas podem ser enganadas e influenciadas é o da segunda guerra mundial. Todo o povo alemão acreditou que o povo judeu era um peso morto no país, e depois de muitas propagandas xenofóbicas Hitler chegou ao poder com o discurso de grande nacionalismo e o povo alemão comprou o discurso. Até hoje vemos as consequências de uma jogada de marketing feita a quase um século atrás.
O Jornal de Filosofia da Comunicação é um espaço de produção de conhecimento crítico e filosófico de estudantes do Curso de Comunicação da Universidade Federal de Viçosa. As postagens - notícias, colunas, opiniões e resenhas - são produções inspiradas nas aulas de Filosofia da Comunicação (EDU 124. Os textos e imagens são de responsabilidade dos autores estudantes e não são compartilhadas pela universidade ou pelo corpo docente. Coordenador : Prof. Dr. Arthur Meucci (DPE/UFV)
Postagem em destaque
Quem influencia quem?
Isabelle Kruger Braconnot 99173 superestrutura O paradigma marxista sobre infraestrutura e superestrutura já é utilizado a muito tempo. A...
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
"Lei Rua neles" e a opinião pública
Nesse verso em "Lei Rua Neles" Coruja BC1 canta sobre como Bolsonaro lida com a opinião pública, quando ele deixa de emitir suas opiniões que mais iriam desagradar o povo nas grandes mídias para construir um personagem moralmente bem visto pela população
"São só La La Land querendo apagar nosso brilho Moonlight
São só cientistas políticos formados no WhatsApp
Surubinha de leve, fudendo com o povo paulista saiu no jornal
Lição de moral de quem não tem moral: Extra, extraconjugal
Seu candidato me lembra Arnon de Mello: Mata opositores por ignorância
Seu candidato me lembra Fernando Collor: Não para de pensar na sua poupança
No desespero de um time sem ataque
O craque é o gandula
Mata-leão no Brasil é mamão, por aqui o difícil é explicar pra mula
Amigo íntimo de Eduardo Cunha diz odiar bandido
Nacionalista que bate continência pra bandeira dos Estados Unidos
Liberdade Bárbara Querino
Só vejo meu povo sendo atingido
Eles dizem falar em nome de Jesus
Mas nos matam com ódio de anjos caídos
Homens de bem burro
Elogiam torturador
Homens de bem burro
Se dizem em nome do Senhor
Só se for de engenho
Já vejo eles nesse ano batendo na mulher no quarto
Comemorando a virada de 2018 pra 1964
RIP Brasil! Seu Ustra nunca foi brilhante
É só um estuprador nazista
Que carrega o diabo no semblante
Eu vim da onde não ter pai
É família tradicional
Eu sou dos tempos que playboy
Era oposto do rap nacional
Favela no plural e não no singular
Esses político vampiro quer tua jugular
Por isso eles quer ver nosso sangue jorrar
Velório nosso pra esses puto é festa open bar
Tô indo pra cima igual meu pelo em Poetas 2
Eles pra baixo tipo Temer após a morte
Tô indo pra cima igual meu pelo em Poetas 2
Eles pra baixo tipo Temer após a morte
Tô indo pra cima igual meu pelo em Poetas 2
Eles pra baixo tipo Temer após a morte
Tô optando pelo professor
Pra que no fim a democracia seja forte
Pense nisso!"
São só cientistas políticos formados no WhatsApp
Surubinha de leve, fudendo com o povo paulista saiu no jornal
Lição de moral de quem não tem moral: Extra, extraconjugal
Seu candidato me lembra Arnon de Mello: Mata opositores por ignorância
Seu candidato me lembra Fernando Collor: Não para de pensar na sua poupança
No desespero de um time sem ataque
O craque é o gandula
Mata-leão no Brasil é mamão, por aqui o difícil é explicar pra mula
Amigo íntimo de Eduardo Cunha diz odiar bandido
Nacionalista que bate continência pra bandeira dos Estados Unidos
Liberdade Bárbara Querino
Só vejo meu povo sendo atingido
Eles dizem falar em nome de Jesus
Mas nos matam com ódio de anjos caídos
Homens de bem burro
Elogiam torturador
Homens de bem burro
Se dizem em nome do Senhor
Só se for de engenho
Já vejo eles nesse ano batendo na mulher no quarto
Comemorando a virada de 2018 pra 1964
RIP Brasil! Seu Ustra nunca foi brilhante
É só um estuprador nazista
Que carrega o diabo no semblante
Eu vim da onde não ter pai
É família tradicional
Eu sou dos tempos que playboy
Era oposto do rap nacional
Favela no plural e não no singular
Esses político vampiro quer tua jugular
Por isso eles quer ver nosso sangue jorrar
Velório nosso pra esses puto é festa open bar
Tô indo pra cima igual meu pelo em Poetas 2
Eles pra baixo tipo Temer após a morte
Tô indo pra cima igual meu pelo em Poetas 2
Eles pra baixo tipo Temer após a morte
Tô indo pra cima igual meu pelo em Poetas 2
Eles pra baixo tipo Temer após a morte
Tô optando pelo professor
Pra que no fim a democracia seja forte
Pense nisso!"
Caio Ferreira- 99189
A opinião pública como sustento do Nazismo
A opinião pública expressa a opinião popular massiva e como isso tem poder de influência sobre os comportamentos/pensamentos individuais e coletivos. Diante disso, decorre pensar também como essa opinião pública exerce poder ou legitima produções midiáticas, bem como opiniões políticas.
O facismo na Alemanha (nazismo), teve como diferencial e principal marca a perseguição a judeus, homossexuais e deficientes, bem como de outros grupos minoritários. Esses grupos foram presos em campos de concentração, explorados e mortos.
Mas como tal barbárie aconteceu sem interrupção por tantos anos? Adolf Hitler foi eleito após uma longa e trabalhada campanha midiática na qual ele tinha como uma das principais defesas a "pureza da raça ariana". E se foi eleito, essa ideia foi legitimada por milhares de pessoas. Isso significa que, a opinião pública, nesse caso, estava carregada de preconceito étnico. Se o holocausto foi sustentado por tantos anos, e se a opinião pública influencia as decisões políticas, em algum grau ela sustentou o nazismo e toda barbárie, desumanização e crimes por trás dele.
O voto das fake news
Opinião (doxa) nada mais é do que pré-conceitos estabelecidos pelos indivíduos sem conhecer a realidade do que trata, sendo um palpite do senso comum baseado em crenças emoções.
Nesse sentido, podemos analisar a Opinião Pública de duas formas:
- Filosofia Moderna (Locke): a opinião pública é o somatório das opiniões individuais, uma vez que somos seres racionais que decidimos viver em grupo. Ou seja, cada pensamentozinho de cada indivíduo, juntos, moldam a opinião acerca de algum tema ou indivíduo;
- Filosofia Contemporânea (Hegel): a opinião pública que forma as opiniões individuais, já que o homem é um ser sócio-histórico-cultural e a sociedade é anterior ao indivíduo. Ou seja, o que é veiculado molda as opiniões da sociedade.
Hoje, com o advento da comunicação social, da televisão e da internet podemos claramente concordar com Hegel, visto que elegemos o maior besta de todos os tempos como presidente baseado em fake news. É evidente que a opinião pública de diversos artistas ajudaram a eleger esse monstro, já que muitos não possuíam opinião formada sobre a personalidade em questão.
E cá estamos, atolados de merd* até o pescoço.
Vinícius M. Sampaio, 93318
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Bolsonaro volta atrás
O presidente eleito do Brasil,
Jair Messias Bolsonaro, tem o costume de dar declarações agressivas e autoritárias
em seus pronunciamentos para sociedade através de suas redes sociais e da
mídia. Devido a seu caráter anacrônico e preconceituoso a maioria das falas
dele não são bem recebidas pela a maioria. E após receber críticas quanto a
suas palavras ou até mesmo ser desmentido pelos veículos de comunicação e
institutos de pesquisa e acadêmicos; ele tende a retirar o que disse
anteriormente ou voltar atrás quanto a sua decisão. Um exemplo claro é esse:
Bolsonaro volta atrás em
fundir Ministérios da Agricultura e Meio Ambiente
"Nós pretendemos proteger o meio ambiente sim, mas não criar
dificuldade para o nosso progresso", afirmou o presidente eleito em
entrevista
Por Tatiana Ramil, da Reuters
access_time1 nov 2018, 16h55
Jair Bolsonaro:
presidente eleito ressaltou que irá buscar um ministro do Meio Ambiente
"sem o caráter xiita" dos últimos governos (Ricardo
Moraes/Pool/Reuters)
O
presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira,
1, que os Ministérios
da Agricultura e
do Meio
Ambiente devem
permanecer separados, abandonando a proposta de uma fusão entre as pastas.
Isso ocorreu em novembro de
2018, quando ele já havia ganhado as eleições e se preparava para assumir o
cargo. Essas “voltas atrás” devido a negatividade da recepção do publico quanto
a suas medidas. Mostra o quanto a opinião pública tem poder nas decisões políticas
de um país.
João Vitor 99183
Olhos que Condenam e a opinião pública
por Júlia Ennes, 99193
" A esposa de Cézar não basta ser honesta, tem que parecer honesta"
Em maio de 2019, a rede de streaming Netflix lançou em seu catálogo a minissérie Olhos Que Condenam (ou When They See Us, no original). Baseada em fatos reais, a produção dirigida por Ava DuVernay, reconta um dos mais polêmicos casos de injustiça da história dos Estados Unidos que, apesar de se tratar do passado - do final da década de 80 - ainda tem muito a ver com a realidade do presente.
Korey Wise, Kevin Richardson, Raymond Santana, Antron McCray e Yusef Salaam eram alguns entre os jovens que se divertiam no Central Park na noite de 19 de abril de 1989. Na mesma noite, mas a alguns quilômetros de distância, Trisha Meili, uma mulher de 28 anos, corria pelo parque quando foi estuprada, violentada e abandonada em um estado crítico que a deixou em coma por 12 dias e com perda de memória. Apesar da distância entre os meninos e a vítima, a inconsistência das acusações e a falta de qualquer prova que os ligassem ao crime, os Cinco do Central Park - como ficaram conhecidos pela população - foram acusados, obrigados a dar testemunhos falsos e chegaram a cumprir penas entre sete e quinze anos, até o verdadeiro culpado se entregar em 2002.
A série faz ainda uso de imagens reais do presidente Donald Trump que - na época, já milionário - atiçou a opinião pública comprando páginas inteiras de jornais e aparições na televisão para pedir pena de morte aos meninos então suspeitos.
Cursinho Popular Pré-Coluni (CPPC), um projeto de extensão ligado ao Departamento de Educação da UFV, que funciona no prédio do Coluni e tem como intuito de democratizar o acesso ao colégio, através de um maior índice de aprovação de estudantes das escolas da rede pública de Viçosa no processo seletivo anual.
Recentemente, um dos alunos do projeto foi vítima de um “mal entendido”. Em um dia letivo, ao chegar no colégio para assistir às aulas, Hugo deixou sua bicicleta no bicicletário - aquele lá fora que ninguém do Coluni usa justamente para evitar roubos. Sem saber que o bicicletário não é muito utilizado e com medo de que alguém roubasse, removeu o selim da bicicleta e o guardou em sua mochila. Foi então que alguém, ao ver a cena, concluiu que tratava-se de um roubo e sem pensar duas vezes denunciou para a vigilância da UFV o suposto crime, de forma que em pouco tempo vigilantes foram checar a veracidade da informação.
Os agentes não satisfeitos em telefonar para a portaria a fim de certificar de que não havia acontecido um roubo, foram até as instalações do colégio e perguntaram, pessoalmente, ao porteiro e aos funcionários da secretaria presentes na hora do ocorrido, obtendo, mais uma vez, a resposta negativa - ninguém havia reclamado de um roubo. Então, os vigilantes foram atrás do proprietário da bicicleta sem selim.
Quando encontraram Hugo, interromperam a aula, o tirando de sala (fato que rendeu a indignação de certa professora do corpo docente do colégio e uma reclamação com o capitão responsável pela vigilância) e de repente o dono da bicicleta pareceu virar suspeito do furto - sim! da própria bicicleta! Os vigilantes submeteram o aluno à diversas perguntas, como onde estava os seus documentos?, por que removeu o selim? e se ele possuía a nota fiscal da bicicleta.
Apesar do tempo, espaço e proporções serem diferentes, o caso do menino do CPPC e o dos Cinco do Central Park têm em comum um fator crucial para os seus pré-julgamentos: a cor de suas pele. Não importa o quanto esses meninos fossem honestos, aos olhos daqueles que os condenavam, eles não eram.
A opinião pública e a mídia
Primeiramente devemos entender o conceito de opinião. Segundo Cândido de Figueiredo a opinião é um juízo ou sentimento, que se manifesta em um assunto sujeito a deliberação. Ou seja, é um assunto em que todos podemos debater, são nossas opiniões manifestadas em rodas de amigos, por exemplo. Quando juntamos os conceitos opinião e público, temos uma opinião que é do povo, que é geral e comum. Geralmente, esta expressão se refere às opiniões generalizadas sobre política, economia e todos os assuntos de interesse público que se apresentam em uma determinada comunidade.
Opinião pública não é a soma das opiniões do público em geral, muito menos a confluências das mesmas. Não se elabora, no plano coletivo, um consenso, não se forma uma única opinião. O que temos são vários públicos, que dispõem de opiniões e até mesmo informações diferenciadas para o mesmo fato. Estes públicos diversos não chegam em um acordo. O que acontece é que estes tentam disseminar suas opiniões por meio da mídia. É certo que nem todos os grupos ou públicos possuem a mesma visibilidade midiática, mas são aqueles que conseguem tornar pública uma determinada opinião que saem ganhando. É uma espécie de “acordo forjado”. Ou seja, opinião pública nada mais é do que a opinião de um determinado grupo.
Esse conceito é complementado pela hipótese do enquadramento. De acordo com alguns autores, a mídia fornece certos esquemas narrativos, segundo os quais torna-se possível interpretar os acontecimentos. Na verdade, privilegia-se alguns esquemas em detrimentos a outros, ou algumas opiniões em detrimento a outras. O controle sobre a agenda e sobre a visibilidade dos diversos enquadramentos, que alicerça a centralidade dos meios de comunicação.
Devido às influências dos grupos que formam a “opinião pública”, o caráter público deste significa, na verdade, a expressão de uma dominância e não a discussão descompromissada e aberta sobre os temas, objetivando chegar a uma conclusão comum. A opinião pública, desta maneira, volta-se mais a encobrir interesses privados do que a esclarecer.
Iasmim Lamounier
99209
Opinião pública não é a soma das opiniões do público em geral, muito menos a confluências das mesmas. Não se elabora, no plano coletivo, um consenso, não se forma uma única opinião. O que temos são vários públicos, que dispõem de opiniões e até mesmo informações diferenciadas para o mesmo fato. Estes públicos diversos não chegam em um acordo. O que acontece é que estes tentam disseminar suas opiniões por meio da mídia. É certo que nem todos os grupos ou públicos possuem a mesma visibilidade midiática, mas são aqueles que conseguem tornar pública uma determinada opinião que saem ganhando. É uma espécie de “acordo forjado”. Ou seja, opinião pública nada mais é do que a opinião de um determinado grupo.
Esse conceito é complementado pela hipótese do enquadramento. De acordo com alguns autores, a mídia fornece certos esquemas narrativos, segundo os quais torna-se possível interpretar os acontecimentos. Na verdade, privilegia-se alguns esquemas em detrimentos a outros, ou algumas opiniões em detrimento a outras. O controle sobre a agenda e sobre a visibilidade dos diversos enquadramentos, que alicerça a centralidade dos meios de comunicação.
Devido às influências dos grupos que formam a “opinião pública”, o caráter público deste significa, na verdade, a expressão de uma dominância e não a discussão descompromissada e aberta sobre os temas, objetivando chegar a uma conclusão comum. A opinião pública, desta maneira, volta-se mais a encobrir interesses privados do que a esclarecer.
Iasmim Lamounier
99209
Opinião de Hegel
Desde os primórdios da humanidade, a opinião pública rege o direito,
mídia e o que a sociedade faz perante algumas questões públicas. Atualmente com
normas, leis, e a constituição que rege o país, a opinião pública atua basicamente
em decisões públicas que cerca a mídia. Logo, o papel social que Hegel diz em suas
teorias se baseia em duas partes. Hegel foi um dos primeiros pensadores a estar
atento à Opinião Pública. De forma sintética, ele declara duas coisas: por um
lado, que a Opinião Pública é uma força incontornável que participa ativamente
no processo político de acordo com a livre expressão do pensamento trazendo
para a publicidade a questão do fundamento e da justificação políticas. Por
outro lado, que as asserções da Opinião Pública não são nem verdadeiras nem
falsas sendo algo do domínio do provisório, do instável e da constante
contingência (Rosenfield, 1996: 34-35). E coloca a comunicação no centro das
transformações sociopolíticas. É o fundo comunicacional que autoriza a mediação
lógico-política da Opinião Pública. E a publicidade é a esfera de eleição da elaboração
e efetivação políticas. Assim, a própria Opinião Pública dá-se como
manifestação privilegiada da liberdade subjetiva de opinar. A ideia de
comunicação está, assim, no cerne das mediações políticas. Um exemplo claro de
opinião pública é o que a televisão Rede Globo faz com seus telespectadores em
casos como a novela. Esse programa, toma destinos diferentes de acordo com a
opinião pública baseada nas polêmicas. Assim, são traçados caminhos a partir
dessa concatenação com a população. Cabe ainda uma citação de Hegel que disserta sobre a publicidade. A publicidade da opinião é, assim, compreendida
como o meio de esclarecimento, educação e emancipação. “Ao proporcionar se esta informação, obtém-se o resultado mais geral: só assim a opinião
pública atinge o verdadeiro pensamento e apreende a situação e o conceito do
Estado e dos seus assuntos. Só assim ela alcança a capacidade de sobre isso
julgar racionalmente. Aprende a conhecer e a apreciar, simultaneamente, as
ocupações, os talentos, as virtudes e as aptidões das autoridades do Estado e dos
funcionários.
ICARO RAFAEL MATTA PEREIRA
99192
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
A pressão da torcida e o rodízio de técnicos no futebol brasileiro
A fama dos campeonatos estaduais, de terem como objetivo a demissão de técnicos, não é uma mentira no futebol brasileiro, mas não tiram mérito dos demais torneios do país. A cultura imediatista reproduzida pelas torcidas no Brasil é algo que, quando refletido nas diretorias e, consequentemente, nas decisões dela, acaba gerando uma instabilidade que faz com que o nível do esporte praticado caia, em relação aos grandes centros.
A opinião pública consiste num consenso social onde a ideia do correto, do senso comum, direciona uma opinião generalizada para decisões em prol de um todo, logo, é sabido que a pressão da massa que é a torcida de um clube tende a ter poder de decisão sobre medidas cabidas á diretoria, como por exemplo a insatisfação com resultados e o consequente "festival" de demissão de técnicos.
Esse ano (2019), 22 técnicos foram demitidos de seus times durante a permanência na série A do campeonato. Desde treinadores que vinham realizando seu trabalho a mais tempo, até recém chegados nas instituições. Mano Menezes, que assumiu o Palmeiras depois de deixar o cruzeiro em agosto, desse mesmo ano, acabou por ser demitido na 36ª rodada do brasileirão após uma derrota de 3x1 contra o flamengo, mesmo mantendo o time na segunda colocação do torneio - imediatismo.
O cruzeiro, caminhando por essa mesma ideia, obteve incríveis números de 4 técnicos essa temporada. Adilson Batista, Abel Braga, Rogério Ceni e Mano Menezes dirigiram o elenco celeste em busca de resultados mais satisfatórios que não vieram e acabaram nas respectivas demissões, mais uma vez mostrando a ineficiência de tal imediatismo popular e o poderio das vontades da massa.
Vitória Fernandes Silva
99179
Vitória Fernandes Silva
99179
Geni: Maldita, bendita e logo depois maldita.
"Ela é um poço de bondade
E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir
Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni"
"Geni e o Zepelim" é uma música do cantor e compositor Chico Buarque, e faz parte da "Ópera do Malandro". A mpusica conta a história da transexual Geni, que vive a margem da sociedade e é sexualizada desde criança, e tem a opinião pública da sociedade em que vive formada para acreditar que Geni nunca vai passar de uma vadia baseada em preconceitos, e o desprezo oferecido à Geni é quase paupável. Mas um dia, algo acontece nessa cidade e muda tudo.
"Um dia surgiu, brilhante
Entre as nuvens, flutuante
Um enorme zepelim
Pairou sobre os edifícios
Abriu dois mil orifícios
Com dois mil canhões assim
A cidade apavorada
Se quedou paralisada
Pronta pra virar geléia
Mas do zepelim gigante
Desceu o seu comandante
Dizendo - Mudei de idéia
- Quando vi nesta cidade
- Tanto horror e iniqüidade
- Resolvi tudo explodir
- Mas posso evitar o drama
- Se aquela formosa dama
- Esta noite me servir"
Nesse momento, o intérprete faz uma pausa na dramática exatamente para gerar suspense, afinal quem seria a formosa dama escolhida pelo oficial de mais alta patente ali naquele lugar?
"Essa dama era Geni
Mas não pode ser Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni"
De fato havia sido Geni a escolhida pelo grande oficial, as pessoas ficaram horrorizadas e desacreditadas, afinal Geni era só mais uma vadia que se realacionava com qualquer um. E ficaram ainda mais horrorizados quando Geni, incialmente, se negou a se deitar com o oficial, como a própria música diz, ela também tinha seus caprichos, e nçao queria se deitar com esse homem nobre e fardado, Geni preferia os mais simples. Nesse momento, a agenda da cidade está toda voltada para a decisão de Geni, afinal de contas a decisão que ela tomasse iria salvar ou destruir a cidade, e nesse momento a opinião pública começa a aprovar Geni a fim de agradar a mesma.
"A cidade em romaria
Foi beijar a sua mão
O prefeito de joelhos
O bispo de olhos vermelhos
E o banqueiro com um milhão
Vai com ele, vai Geni
Vai com ele, vai Geni
Você pode nos salvar
Você vai nos redimir
Você dá pra qualquer um
Bendita Geni"
A necessidade de adaptação da opinião pública mudou toda a agenda, e nesse momento, devido a essa necessidade existiu essa mudança na agenda e na opinião, que logo depois de ter seu objetivo alcançado volta novamente ao que era, o comportamento majoritário mudou apenas temporariamente para atender uma demanda específica, e logo Geni voltou a ser maldita.
"Mas logo raiou o dia
E a cidade em cantoria
Não deixou ela dormir
Joga pedra na Geni
Joga bosta na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni"
E é por isso que a cidade
Vive sempre a repetir
Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni"
"Geni e o Zepelim" é uma música do cantor e compositor Chico Buarque, e faz parte da "Ópera do Malandro". A mpusica conta a história da transexual Geni, que vive a margem da sociedade e é sexualizada desde criança, e tem a opinião pública da sociedade em que vive formada para acreditar que Geni nunca vai passar de uma vadia baseada em preconceitos, e o desprezo oferecido à Geni é quase paupável. Mas um dia, algo acontece nessa cidade e muda tudo.
"Um dia surgiu, brilhante
Entre as nuvens, flutuante
Um enorme zepelim
Pairou sobre os edifícios
Abriu dois mil orifícios
Com dois mil canhões assim
A cidade apavorada
Se quedou paralisada
Pronta pra virar geléia
Mas do zepelim gigante
Desceu o seu comandante
Dizendo - Mudei de idéia
- Quando vi nesta cidade
- Tanto horror e iniqüidade
- Resolvi tudo explodir
- Mas posso evitar o drama
- Se aquela formosa dama
- Esta noite me servir"
Nesse momento, o intérprete faz uma pausa na dramática exatamente para gerar suspense, afinal quem seria a formosa dama escolhida pelo oficial de mais alta patente ali naquele lugar?
"Essa dama era Geni
Mas não pode ser Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni"
De fato havia sido Geni a escolhida pelo grande oficial, as pessoas ficaram horrorizadas e desacreditadas, afinal Geni era só mais uma vadia que se realacionava com qualquer um. E ficaram ainda mais horrorizados quando Geni, incialmente, se negou a se deitar com o oficial, como a própria música diz, ela também tinha seus caprichos, e nçao queria se deitar com esse homem nobre e fardado, Geni preferia os mais simples. Nesse momento, a agenda da cidade está toda voltada para a decisão de Geni, afinal de contas a decisão que ela tomasse iria salvar ou destruir a cidade, e nesse momento a opinião pública começa a aprovar Geni a fim de agradar a mesma.
"A cidade em romaria
Foi beijar a sua mão
O prefeito de joelhos
O bispo de olhos vermelhos
E o banqueiro com um milhão
Vai com ele, vai Geni
Vai com ele, vai Geni
Você pode nos salvar
Você vai nos redimir
Você dá pra qualquer um
Bendita Geni"
A necessidade de adaptação da opinião pública mudou toda a agenda, e nesse momento, devido a essa necessidade existiu essa mudança na agenda e na opinião, que logo depois de ter seu objetivo alcançado volta novamente ao que era, o comportamento majoritário mudou apenas temporariamente para atender uma demanda específica, e logo Geni voltou a ser maldita.
"Mas logo raiou o dia
E a cidade em cantoria
Não deixou ela dormir
Joga pedra na Geni
Joga bosta na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni"
Opinando publicamente
Apesar da sua relevância e abrangência na vida cotidiana, a opinião pública se mantém como um coringa devido à sua dificuldade de conceituação. O termo apresenta um paradoxo gramatical nas suas raízes, uma vez que "opinião" representa algo essencialmente particular e "pública" diz respeito a um conceito universal.
Tonnies estabelece três categorias diferentes de opinião pública:
Tonnies estabelece três categorias diferentes de opinião pública:
- Opinião publicada: que representa a opinião publicamente expressa de um indivíduo, que pode não corresponder à sua opinião privada ou confidencial e que tem por alvo os receptores em geral;
- Opinião pública: que aparece quando a opinião publicada se torna a opinião de muitos, na transição da opinião publicada para a opinião do público;
- Opinião do público: que só existe enquanto concepção puramente teórica, mas que representa a opinião real articulada, num sentido restrito.
Além dessas classificações, o autor associa três estados de agregação medidos pelo grau de coesão popular:
- “líquida”: consistindo em opiniões parciais, generalizadas, relativas a questões como as atitudes para com o trabalho, a delinquência juvenil, ou problemas de uma moral negligente;
- “gasosa”: a opinião efêmera, altamente instável, aparecendo e desaparecendo em função dos objetos que vão variando na sua atenção;
- “sólida”: uma convicção firme de um público representante e relativa a ideias de liberdade pessoal e econômica.
Davi Pinho, 88986
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
A televisão
Com o passar do tempo e a evolução das sociedades, as pessoas
passam a ter mais educação e trabalhar menos, consequentemente têm muito tempo
livre. Para passar esse tempo, assiste-se à televisão. E se assiste a qualquer
tipo de programação, o que importa é o tempo que se passa vendo TV e não o que
se vê na TV. Todos os cidadãos do mundo desenvolvido começaram a passar horas
em frente à tela como se fosse uma obrigação.
Com esse grande número de telespectadores todos os dias, se
torna mais fácil monitorar os assuntos pelos quais a população se interessa. As
pessoas tendem a discutir e pensar aquilo que está sempre sendo mostrado nas
telas. Essa programação então deve ser pensada para que a sociedade responda a isso
da maneira esperada, ou seja, controla-se a população e seus pensamentos através
da comunicação em massa.
Alanna Fontes
99184
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
"Vox populi, voz Dei"
“Vox populi, voz Dei” expressão oriunda do latim que em
português significa “Voz do povo, voz de Deus” caracteriza em parte a essência
da opinião pública que desde a Grécia Antiga já se faz presente através dos
debates e discussões de temas relevantes por parte dos cidadãos. Entretanto, se
a voz do povo é realmente a voz de Deus, me pergunto onde estava a coerência do
povo na escolha de salvar Barrabás ao invés de Cristo como assim retrata nas
escrituras sagrada?
Apesar de ser excepcional para permitir a participação
ativa dos cidadãos em uma democracia, a opinião pública é uma esfera facilmente
manipulável e que nem sempre age corretamente em seus julgamentos. Um exemplo
atual dessa disfunção foi a morte de Fabiane Maria De Jesus, mãe de dois
filhos, acusada injustamente após uma foto ter sido divulgada nas redes sociais
junto a um boato de que uma mulher parecida com Fabiane sequestrava crianças e
as utilizava em rituais de magia negra. Fabiane foi espancada e morta dois dias
depois por pessoas que juraram estar praticando a “justiça”.
Sendo assim, jamais devemos subestimar a influência que a
opinião pública tem sobre nossas vidas, em uma era cem por cento digital onde a
todo momento são propagadas milhões de fake news estamos, portanto, diariamente
a mercê dos erros, boatos e condenações falsas que muita das vezes podem custar
uma vida. No entanto, busquem sempre se manterem informado e jamais tomem uma
causa para si baseado em meia dúzia de vídeos na internet, e para aqueles que
insistem em dizer que a voz do povo é a voz de Deus, ouso a dizer que diante
das circunstâncias acima, talvez seu Deus seja um homem mau.
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
Então, a mídia manipula ou não?
Acontece todos os dias, toda hora e em qualquer momento, mas ainda surge essa dúvida, se é verdade ou não que a mídia manipula nossas ações e comportamentos, alguns acham que sim, já outros acreditam que são autoconhecedores o suficiente pra poder tomas as suas decisões independente do que vemos ou não, mas isso é mesmo possível? Acredito que não. A opinião pública não pode ser vista como uma somatória de vozes mas sim como uma voz dominante, sendo assim, quando dispensamos algumas opiniões para poder acreditar em uma dominante, somos sim manipulados. E a mídia? onde entra? um estudo recém publicado pela Universidade de Oxford, da Inglaterra, “Desafiando a Verdade e a Confiança: Um Inventário Global da Manipulação Organizada nas Mídias Sociais” aponta as diversas vezes em que foi possível resultados diferentes de pesquisa, forma de espalhar notícias sensacionalistas ou falsas e até mesmo nas eleições ( conhecemos beeem ) que tem o seu inicio em redes sociais.
Sendo assim, perdemos a liberdade de até mesmo escolher no que pensar, segundo pesquisas, esse hábito de usar a internet com intenções de manipulação é comum desde 2010, contas fake, anúncios falsos, mensagens de distração e outras formas são bem comuns até hoje. O que faz realmente a diferença é a alienação que a mídia nos impõe, que se temos ela não precisamos de mais nada, que a informação que nos é dada nos basta, sendo assim, a opinião pública é pouco formada pelo público realmente, mesmo o público sendo o consumidor dessas informações ele não foge do que é dado para poder tentar formar sua opinião. A mídia manipula sim, mas o conhecimento pode se ornar um grande aliado para fugir dessa bolha.
Laura Beatriz 99194
Sendo assim, perdemos a liberdade de até mesmo escolher no que pensar, segundo pesquisas, esse hábito de usar a internet com intenções de manipulação é comum desde 2010, contas fake, anúncios falsos, mensagens de distração e outras formas são bem comuns até hoje. O que faz realmente a diferença é a alienação que a mídia nos impõe, que se temos ela não precisamos de mais nada, que a informação que nos é dada nos basta, sendo assim, a opinião pública é pouco formada pelo público realmente, mesmo o público sendo o consumidor dessas informações ele não foge do que é dado para poder tentar formar sua opinião. A mídia manipula sim, mas o conhecimento pode se ornar um grande aliado para fugir dessa bolha.
Laura Beatriz 99194
Responsabilidade da maioria
Vê-se atualmente grande preocupação das pessoas em expressar argumento ou opinião sobre determinada questão, pouco importando se possui fundamento tais pensamentos ou se são apenas fruto do receio de ficar em silêncio. Mas é importante salientar que a opinião pública é um meio essencial de promoção do alcance da opinião de cada indivíduo, que desse modo, soma os seus anseios e reivindicações a toda a sociedade. Por isso, a opinião individual é fruto da opinião pública.
Outrossim, percebe-se que as grandes mídias expõem em seus canais o que a população “anda falando”, ou seja, as pessoas acessam os conteúdos que elas desejam, ou semelhante ao que elas desejam, tais conteúdos são pré-selecionados pelas mídias. Tudo isso, em detrimento do que realmente é necessário para o desenvolvimento da sociedade. Grande parte dos conteúdos não garantirá nenhum embasamento ao argumento e pensamento da opinião pública.
Daí se tem a percepção de que todos os que formam a opinião pública, podem sim, fazer reivindicações e conquistar direitos, entretanto, têm grande responsabilidade sobre o que promovem e expõem, para que isso não tome proporções incontroláveis e prejudique pessoas inocentes. Exemplo disso, são as disseminações de notícias falsas alegando que algum indivíduo teve alguma atitude irresponsável. Um caso real disso, é o lixamento sofrido por uma moradora do Guarujá, a qual era acusada de sequestrar crianças mesmo sendo inocente. Sem qualquer prova concreta a sociedade civil abusou da autonomia que tinha de promover e reivindicar que a justiça fosse feita ao encontrar a verdadeira criminosa.
Talita Rocha 99201
domingo, 15 de setembro de 2019
O movimento LGBTQIA+ na mídia
A Agenda Setting conceitua-se como a seleção das notícias divulgadas que, posteriormente, serão responsáveis pela forma com que o indivíduo forma sua própria opinião. A teoria hipodérmica, nos estudos dos efeitos da comunicação, determinava essa influência como algo autoritário para a sociedade, o público era visto como passivo e predispostos aos estímulos dos meios. Entretanto, a visão sobre as mídias serem alienantes ao ponto do público não conseguir construir uma opinião sem influências foi deixada de lado, pois a opinião pública, formada pela soma das opiniões individuais, define aquilo que os meios irão pautar. Essa mudança de pensamento sobre os próprios meios pode ser exemplificado na trajetória dos movimentos de minoria, como no LGBTQIA+ em questão.
Segundo Facchini (2011), o mundo ocidental já reivindicava políticas inclusivas da diversidade de gênero desde a década de 1940. No Brasil, os movimentos minoritários ganharam visibilidade apenas depois do fim da ditadura militar no país. O pioneiro no meio jornalístico a acusar a sociedade sexista brasileira foi o jornal Lampião da Esquina do Rio de Janeiro, apontado por Facchini, que gerou espaços para uma afirmação da sexualidade e debates de gênero. Portanto, os meios de comunicação só começaram a pautar a causa LGBTQIA+ após uma grande demanda da população guiada pela luta por visibilidade.
Atualmente, a temática dos debates de gênero continua em alta - assim como os debates sobre racismo, feminismo, gordofobia, transfobia, entre outras lutas minoritárias - e os suportes de campanhas publicitárias utilizam-se desses discursos para seu benefício. Como, por exemplo, as embalagens de Doritos na Parada Gay de São Paulo e a polêmica que envolveu a cantora Anitta (Larissa de Macedo), criando o termo Pink Money, já que a causa foi usada para benefício próprio.
Em suma, a mídia atua como formadora de opinião pública, mas também é um produto da própria cultura. A causa LGBTQIA+ apareceu na imprensa por meio de lutas populares daqueles que a defendiam e, nos dias atuais, os meios de comunicação ditam como o movimento é divulgado para o público.
Em suma, a mídia atua como formadora de opinião pública, mas também é um produto da própria cultura. A causa LGBTQIA+ apareceu na imprensa por meio de lutas populares daqueles que a defendiam e, nos dias atuais, os meios de comunicação ditam como o movimento é divulgado para o público.
Laís Fidélis - 99180
Referências bibliográficas:
http://www.editorarealize.com.br/revistas/conages/trabalhos/TRABALHO_EV112_MD1_SA13_ID157_07052018150953.pdf
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