Isabelle Kruger Braconnot 99173
Ética
Como podemos definir o que exatamente é a etica? De acordo com o dicionário significa um segmento da filosofia que se dedica à análise das razões que ocasionam, alteram ou orientam a maneira de agir do ser humano, geralmente tendo em conta seus valores morais. Só que um empasse que enfrentamos ao construir o conceito de ética é que para cada pessoa existe um valor moral diferente, diferentes grupos e tribos pensam diferente também.
Na série The100 existem grupos de humanos diferentes, um grupo que foi crido no espaço e outro no planeta terra depois que ele foi abandonado. Essas das sociedades diferentes tinham conceitos que divergiam um do outro. Então o que para um grupo era uma ação normal e cotidiana, para outro muitas vezes era uma falta de respeito e uma violação dos seus princípios morais. A série mostra como é difícil quando dois grupos com conceitos morais e éticos diferentes se juntam.
O Jornal de Filosofia da Comunicação é um espaço de produção de conhecimento crítico e filosófico de estudantes do Curso de Comunicação da Universidade Federal de Viçosa. As postagens - notícias, colunas, opiniões e resenhas - são produções inspiradas nas aulas de Filosofia da Comunicação (EDU 124. Os textos e imagens são de responsabilidade dos autores estudantes e não são compartilhadas pela universidade ou pelo corpo docente. Coordenador : Prof. Dr. Arthur Meucci (DPE/UFV)
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
Uma reflexão sobre ética e corrupção
A palavra Ética, Motta (1984) define como um “conjunto de valores que orientam o comportamento do homem em relação aos outros homens na sociedade em que vive, garantindo, outrossim, o bem-estar social”, ou seja, Ética é a forma que o homem deve se comportar no seu meio social. Atualmente, vemos a sociedade dividida: há quem diga o que precisa ser mudado e vá atrás de comportamentos melhores para fazer alguma diferença na sociedade, e há quem cobre das pessoas uma melhora sem se importar em mudar sua realidade, isso me leva a refletir sobre a corrupção na sociedade.
Somos em todo tempo alertados pelas mídias a forma como os nossos governantes são enlaçados dentro das propostas da vida política de forma que não resistem a corrupção ( sim, essa romantização existe e muitas vezes passa como nada em nossos olhos), nesses momentos, a sociedade grita que todos lá são ladrões e todos do lado de cá são roubados, não deixa de ser uma verdade, mas nos leva a pensar em uma coisa muito mais preocupante: a corrupção como algo instalado na sociedade, onde pedimos e queremos uma mudança que por uma lado parece inatingível, o que não deveria ser.
O nosso objeto de pesquisa aqui é a rua: pessoas furando fila, desrespeitando idosos no ônibus, policiais recebendo dinheiro em blitz para não multar, agências de empréstimos que não se importam de não deixar o seu cliente totalmente avisado do tanto que irá pagar, chip de celular que foi achado e quebrado para que o dono não tenha a oportunidade de encontrar, idosos que perdem seu salário na porta do banco e a pessoa de trás é incapaz de avisar. O retrato da corrupção pode ser bem explicado pela falta de ética, pela falta de percepção do indivíduo como elemento da sociedade e como ferramenta de bem-estar social, isso retrata uma sociedade individualista e doente, onde os governantes pensam ter o direito de enganar como quiser e os indivíduos pensar em enganar também, cada um em sua escala de influência e poder.
Laura Beatriz 99194
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Um monólogo sobre ética?
Viçosa, 19 de Agosto de 2019
Queridos leitores do Jornal de Filosofia (sinceramente, espero que só o Meucci),
Escolhi o formato de carta para o desenvolvimento do tema, porque tentei escrever por vários dias seguidos e me perdi em inúmeras possibilidades que me fizeram questionar até que ponto a preguiça se tornou aquele medo horroroso de não trazer alguma coisa boa o suficiente para esse trabalho. Bom, espero merecer uma boa nota, mas tive a escolha ética de não me importar mais excessivamente e publicar alguma coisa antes que acabe meu prazo, então vamos começar.
Acho que ficou claro que nos foi apresentada uma definição do conceito de ética, bem simples, tipo uma caixa para encaixar substantivos e ações, porém, como podemos considerar que decidimos nossas atitudes por nós mesmos se tudo o que somos é construção daquilo e do lugar onde vivemos? -Quando me imaginei escrevendo esse questionamento, pensei na Teoria da Tábula Rasa de John Locke, mas já fomos apresentados a visão de Hegel sobre o assunto, o que não cabe nesse primeiro texto- Estou tendo uma ação consciente ao escrever essa carta, mas não parece válida por não partir espontaneamente de mim, conseguem entender? Não se trata só de pontos, mas da busca por um reconhecimento que, no final das contas, não mudaria nada; isso é mesmo ético? Tal necessidade constante de aprovação de nossa conduta faz realmente com que nossos atos sejam legitimamente éticos? Sei que ainda temos liberdade de escolher, mas isso conta em vista das pressões familiar, social e religiosa sofridas constantemente? São perguntas que passaram pela minha mente durante a aula e nos dias que segui construindo essa narrativa na minha cabeça.
Pensando em como contextualizar minha produção ordinária, refleti sobre autores que trazem diferentes visões sobre ética: Aristóteles associava o termo à felicidade, equilíbrio e fazer o bem, contibuindo para a construção da harmonia e da união na Pólis; Maquiável trouxe o pragmatismo consigo e nos apresentou uma definição voltada para a realização dos objetivos do indivíduo, ser ético é ser eficiente, criando uma moral social e uma moral política. Kant é responsável pela criação de um tipo de moral universal, do dever pelo dever, ou seja, em meio aos sacrifícios do homem pela sua evolução moral, ele passa a fazer o que é certo simplesmente por sentir que é certo. Existem, obviamente, vários outros filósofos e pontos de vista interessantes, mas a necessidade de apresentação desses é a demonstração dessa pluralidade, de como a subjetividade humana não pode ser observada só de um lado como um quadro simples, afinal somos prismas cheios de lados e refletimos acontecimentos de diferentes maneiras. Pode parecer absurdo, só que se pensarmos bem podemos perceber que, enquanto roubar é errado para nossa sociedade, se a pessoa conseguir cumprir seu objetivo de levar o objeto que deseja, está sendo ético para Maquiavel, nesse exemplo, em contexto isolado.
No fim das contas, a aula me trouxe uma imagem mental da relação entre ética e moral, como se a ética fosse uma bagagem, cheia de tudo aquilo que carregamos a vida inteira e no caminho de construção do nosso ser, e a moral fosse a alça da mala, a parte que tem contato direto com o indivíduo que a segura e leva o resto de sua estrutura junto. A moral foi definida como a análise do indivíduo de seus próprios atos, o que também me faz recordar dos clássicos em relação a essa busca por entendimento da relação indivíduo- sociedade e indivíduo-indivíduo, o que faz sentido ao percebermos que nossos valores vêm atrelados à nossa compreensão do papel que assumimos no mundo, o que requer autoconhecimento. A ideia de uma ética ou moral estáticas parece absurda sob o olhar consciente do dinamismo da evolução psicossocial humana.
Por fim, termino esta carta dizendo que não estou satisfeita e que esperava mais de mim mesma, todavia todos sabemos que isso é culpa exclusivamente minha de esperar mais de mim do que estou emocionalmente disposta a oferecer no momento, talvez isso seja ético. Agradeço a quem leu até o final, parabéns, foi uma perda de tempo, mas foi gentil. Ao Arthur Meucci, espero que seja uma análise satisfatória e dentro do exigido no plano de avaliações.
Exausta,
Ana Vitória Messias Oliveira - 99176.
Queridos leitores do Jornal de Filosofia (sinceramente, espero que só o Meucci),
Escolhi o formato de carta para o desenvolvimento do tema, porque tentei escrever por vários dias seguidos e me perdi em inúmeras possibilidades que me fizeram questionar até que ponto a preguiça se tornou aquele medo horroroso de não trazer alguma coisa boa o suficiente para esse trabalho. Bom, espero merecer uma boa nota, mas tive a escolha ética de não me importar mais excessivamente e publicar alguma coisa antes que acabe meu prazo, então vamos começar.
Acho que ficou claro que nos foi apresentada uma definição do conceito de ética, bem simples, tipo uma caixa para encaixar substantivos e ações, porém, como podemos considerar que decidimos nossas atitudes por nós mesmos se tudo o que somos é construção daquilo e do lugar onde vivemos? -Quando me imaginei escrevendo esse questionamento, pensei na Teoria da Tábula Rasa de John Locke, mas já fomos apresentados a visão de Hegel sobre o assunto, o que não cabe nesse primeiro texto- Estou tendo uma ação consciente ao escrever essa carta, mas não parece válida por não partir espontaneamente de mim, conseguem entender? Não se trata só de pontos, mas da busca por um reconhecimento que, no final das contas, não mudaria nada; isso é mesmo ético? Tal necessidade constante de aprovação de nossa conduta faz realmente com que nossos atos sejam legitimamente éticos? Sei que ainda temos liberdade de escolher, mas isso conta em vista das pressões familiar, social e religiosa sofridas constantemente? São perguntas que passaram pela minha mente durante a aula e nos dias que segui construindo essa narrativa na minha cabeça.
Pensando em como contextualizar minha produção ordinária, refleti sobre autores que trazem diferentes visões sobre ética: Aristóteles associava o termo à felicidade, equilíbrio e fazer o bem, contibuindo para a construção da harmonia e da união na Pólis; Maquiável trouxe o pragmatismo consigo e nos apresentou uma definição voltada para a realização dos objetivos do indivíduo, ser ético é ser eficiente, criando uma moral social e uma moral política. Kant é responsável pela criação de um tipo de moral universal, do dever pelo dever, ou seja, em meio aos sacrifícios do homem pela sua evolução moral, ele passa a fazer o que é certo simplesmente por sentir que é certo. Existem, obviamente, vários outros filósofos e pontos de vista interessantes, mas a necessidade de apresentação desses é a demonstração dessa pluralidade, de como a subjetividade humana não pode ser observada só de um lado como um quadro simples, afinal somos prismas cheios de lados e refletimos acontecimentos de diferentes maneiras. Pode parecer absurdo, só que se pensarmos bem podemos perceber que, enquanto roubar é errado para nossa sociedade, se a pessoa conseguir cumprir seu objetivo de levar o objeto que deseja, está sendo ético para Maquiavel, nesse exemplo, em contexto isolado.
No fim das contas, a aula me trouxe uma imagem mental da relação entre ética e moral, como se a ética fosse uma bagagem, cheia de tudo aquilo que carregamos a vida inteira e no caminho de construção do nosso ser, e a moral fosse a alça da mala, a parte que tem contato direto com o indivíduo que a segura e leva o resto de sua estrutura junto. A moral foi definida como a análise do indivíduo de seus próprios atos, o que também me faz recordar dos clássicos em relação a essa busca por entendimento da relação indivíduo- sociedade e indivíduo-indivíduo, o que faz sentido ao percebermos que nossos valores vêm atrelados à nossa compreensão do papel que assumimos no mundo, o que requer autoconhecimento. A ideia de uma ética ou moral estáticas parece absurda sob o olhar consciente do dinamismo da evolução psicossocial humana.
Por fim, termino esta carta dizendo que não estou satisfeita e que esperava mais de mim mesma, todavia todos sabemos que isso é culpa exclusivamente minha de esperar mais de mim do que estou emocionalmente disposta a oferecer no momento, talvez isso seja ético. Agradeço a quem leu até o final, parabéns, foi uma perda de tempo, mas foi gentil. Ao Arthur Meucci, espero que seja uma análise satisfatória e dentro do exigido no plano de avaliações.
Exausta,
Ana Vitória Messias Oliveira - 99176.
domingo, 18 de agosto de 2019
Jolene não é a única culpada
Em 1973, baseado em sua vivência pessoal, Dolly Parton, a estrela da música country norte-americana, escreveu a música "Jolene". Na música, Dolly implora a bela Jolene, para que ela "não leve ele só porque pode". A música foi inspirada em um mulher que começou a flertar com o marido de Dolly, Carl Dean,no trabalho dele.
Na música Dolly implora algo, que talvez não deveria ser nem preciso pedir, mas ela implora apenas à Jolene para deixar seu marido em paz, mas e se o marido de Dolly corresponde às investidas da bela Jolene? A única ética questionada na música é da mulher, mas ao mesmo tempo em que é questionada, ela recebe um voto de confiança gerado por ambas serem mulheres. Na cabeça de Dolly, ela não pode competir com Jolene, então ela logo tenta conversar para revertar a situação.
E sobre o marido? Bom, não se fala muito dele a não se de que ele fala sobre Jolene enquanto dorme. E logo nisso vemos que o comportamento dele também merece ser questionado, ele é um homem casado, e mesmo que Jolene seja bela, ele deveria lutar ao máximo contra isso levando em conta o compromisso que possui com Dolly.
A música acaba crianda uma esfera de rivalidade feminina, Dolly implora para que Jolene não "tome" seu marido, mas talvez, o marido de Dolly que queria ser tomado por Jolene, mas apenas a jovem carrega o fardo de cirar uma situação furtiva e anti-ética.
Na música Dolly implora algo, que talvez não deveria ser nem preciso pedir, mas ela implora apenas à Jolene para deixar seu marido em paz, mas e se o marido de Dolly corresponde às investidas da bela Jolene? A única ética questionada na música é da mulher, mas ao mesmo tempo em que é questionada, ela recebe um voto de confiança gerado por ambas serem mulheres. Na cabeça de Dolly, ela não pode competir com Jolene, então ela logo tenta conversar para revertar a situação.
E sobre o marido? Bom, não se fala muito dele a não se de que ele fala sobre Jolene enquanto dorme. E logo nisso vemos que o comportamento dele também merece ser questionado, ele é um homem casado, e mesmo que Jolene seja bela, ele deveria lutar ao máximo contra isso levando em conta o compromisso que possui com Dolly.
A música acaba crianda uma esfera de rivalidade feminina, Dolly implora para que Jolene não "tome" seu marido, mas talvez, o marido de Dolly que queria ser tomado por Jolene, mas apenas a jovem carrega o fardo de cirar uma situação furtiva e anti-ética.
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
Ser bom ou escolher ser bom? | A ética enquadrada em Laranja Mecânica
Roberta Abreu (99208)
Considerado um dos maiores clássicos do mundo cinematográfico, Laranja Mecânica é um longa que envolve muito drama, mistério e críticas sociais em seu decorrer. Lançado em 1972, a história se passa num cenário de uma Inglaterra futurista, onde o autoritarismo e a violência estão em alta. Alexander Delage, o protagonista, é líder de um grupo de jovens vândalos que veem diversão em fazer arruaça e praticar crimes, sempre fomentando o caos. No entanto, em casa, Alex se mostra uma pessoa totalmente ao contrário e seus pais jamais imaginariam que seu único filho tivesse costumes de um delinquente, bem como acontece na vida real. Na trama, espancar mendigo, invadir propriedade privada, estuprar, roubar e assassinar são ações comuns do cotidiano do bando, até que em um assassinato Alex é capturado pela polícia, sendo condenado a muitos anos de prisão.
Curiosamente, o Governo estava a realizar testes experimentais que “curavam” qualquer tipo de pessoa avessa às regras sociais e em duas semanas o tratamento estaria concluído. Alex então, louco para sair da prisão, topa ser cobaia para receber sua liberdade. O método, chamado Ludovico, era como uma tortura: preso por uma camisa de força e obrigado a manter os olhos abertos, o “paciente”, com sequentes injetadas de drogas, era forçado a assistir incansáveis cenas de extrema violência. O resultado era uma nova pessoa, condicionada a não fazer o mal.

Cena retrata o repressivo tratamento Ludovico em Alex.
Alex, sempre que presenciava situações que antes lhe convinha a praticar maldade, agora sentia ânsia de vômito e não conseguia cumprir, mesmo que sentisse vontade, revelando que o Governo até poderia controlar as ações dos indivíduos, mas seria incapaz de controlar suas verdadeiras vontades.
É a partir daí que nos cabe refletir: até onde vai o limite do Sistema para escolher e aplicar medidas que fomentem o equilíbrio social? Esse limite existe? Também nos cabe pensar se é certo ultrapassar qualquer ética para obter um bem comum, como é feito no filme. Além disso, Laranja Mecânica nos mostra, em sua concepção mais profunda, uma pessoa que não tem mais o livre arbítrio, não tem mais poder de escolha. Isso faz um grande bem para a sociedade visto pela ótica de que os crimes não mais existirão. Mas mostra também uma sociedade mecanizada, onde os homem são como robôs e não podem manifestar seus desejos, já que não há liberdade e estão presos nas amarras do Estado.
"A virtude vem de nós mesmos. É uma escolha que só a nós pertence. Quando um homem perde a capacidade de escolher, deixa de ser homem".
- Laranja Mecânica
Essa repressão do tratamento Ludovico nega que a pessoa faça escolhas pessoais, nega a autodefesa e também nega qualquer autopreservação, como mostra na cena em que Alex tenta suicídio. É imprescindível nós analisarmos o real significado de onde parte a bondade: ela vem da consciência de cada um, seguindo a moral social, ou ela é apenas algo imposto e teatral? Alex não pôde escolher mudar, não pôde ter a consciência de agir pelo bem. A sua reeducação foi a manipulação, passando por cima de qualquer sinal de ética e demonstrando o quanto somos ensinados a encenar, ao invés de mudar.

"A virtude vem de nós mesmos. É uma escolha que só a nós pertence. Quando um homem perde a capacidade de escolher, deixa de ser homem".
- Laranja Mecânica
Uma reflexão sobre a ética e a propagação do preconceito
No dia 22/03 a Justiça do Rio de Janeiro expediu um mandato de apreensão contra o DJ Renan da penha, o fundador do "Baile da Gaiola" e um dos maiores nomes do Funk no Brasilm a alegação do Desembargador Antônio Carlos Nascimento é de que o DJ servia como olheiro do tráfico já que segundo a polícia ele avisava aos traficantes quando existiam policiais na comunidade. A partir dai é feita a reflexão, o ato de avisar quando os policiais estavam no local é ético? bom, a função desse texto não é definir isso mas sim mostrar que o julgamento entre o que é ético e o que não é depende do contexto onde ele está sendo analisado.
Talvez o ato de avisar que uma ação policial está ocorrendo não fosse visto como crime em bairros nobres das cidades ou se fosse feito por uma pessoa que não é marginalizada pela sociedade naturalmente e provavelmente as pessoas que residem em áreas nobres e são naturalmente aceitas pela sociedade julguem a ação do DJ Renan como anti-ético, agora, se essas mesmas pessoas vivessem em um meio pobre onde a violência policial faz parte do seu cotidiano e mata seus conhecidos e familiares, o ato do Renan seria algo natural e visto como meio de proteger as pessoas da violência que a ação policial pode trazer a essas pessoas.
Isso só mostra que o conceito de ética está diretamente ligado ao preconceito que as pessoas que usam dela com artificio de controle tem da sociedade, fazendo com que a ética moderna seja usada com uma forma de propagação do preconceito.

Por: Caio Ferreira| Matrícula: 99189
Talvez o ato de avisar que uma ação policial está ocorrendo não fosse visto como crime em bairros nobres das cidades ou se fosse feito por uma pessoa que não é marginalizada pela sociedade naturalmente e provavelmente as pessoas que residem em áreas nobres e são naturalmente aceitas pela sociedade julguem a ação do DJ Renan como anti-ético, agora, se essas mesmas pessoas vivessem em um meio pobre onde a violência policial faz parte do seu cotidiano e mata seus conhecidos e familiares, o ato do Renan seria algo natural e visto como meio de proteger as pessoas da violência que a ação policial pode trazer a essas pessoas.
Isso só mostra que o conceito de ética está diretamente ligado ao preconceito que as pessoas que usam dela com artificio de controle tem da sociedade, fazendo com que a ética moderna seja usada com uma forma de propagação do preconceito.

Por: Caio Ferreira| Matrícula: 99189
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